De Gutenberg à Zuckerberg

De Gutenberg à Zuckerberg

No início desse mês, dia 07 de fevereiro, foi comemorado o Dia do Gráfico, e Johannes Gutenberg, é considerado o 1º gráfico, o “pai da imprensa”. Estávamos aqui no Zaghaz preparando esse post e falando muito do Gutenberg aqui e ali, aquele brainstorm fervendo, sobre a importância dele na ampliação da comunicação até os dias de hoje etc, quando veio a associação dos nomes Gutenberg e Zuckerberg, na pronúncia muito parecidos, como também são nomes importantes na evolução e revolução da comunicação, e por isso decidimos escrever esse artigo.

Gutenberg, depois de inventar a impressão, fez com que os livros fossem rapidamente propagados e com isso disseminou o conhecimento por todas as partes em uma agilidade nunca antes vista. Gutenberg foi de fundamental importância para o desempenho da sociedade.

De lá para cá, a comunicação só vem progredindo, e com a chegada da internet, a comunicação se tornou um elemento social indispensável. Com o surgimento das redes sociais ela se expandiu velozmente. Nesse artigo abordaremos somente sobre a rede social Facebook, já que o assunto é “Gutenberg e Zuckerberg”, ok? Então, para se ter uma ideia, o Facebook se fosse um país seria um dos mais populosos do mundo, o público das redes sociais são de bilhões de pessoas. Estudos do Institute for Business Value (IBV) da IBM apontam que o número de usuários das redes sociais ultrapassará 3 bilhões até 2022.

Zuckerberg, considerado um prodígio desde a adolescência, começou a escrever softwares ainda no ensino médio, tendo aprendido programação básica ainda em 1990 com o pai, em 2004 criou com seus amigos o Facebook, rede social mais acessada do mundo, e figura entre as 100 pessoas mais ricas e influentes do mundo.

Nessa plataforma versátil as pessoas se conectam, compartilham informações tanto de natureza pessoal quanto profissional ou comercial, geram negócios, viralizam conteúdos, encurtam a distância entre si. Além da rede social ter se tornado também uma fonte de informação, publicidade, oportunidade e lazer.

Ao mesmo tempo que elas têm seu lado positivo, as redes sociais também têm seu lado negativo. As chamadas “fake news” fazem parte dessa história. Porém, a propagação de mentiras sempre existiram desde que mundo é mundo.

Então, de Gutenberg a Zuckerberg, a nossa dica Zaghaz é avaliar tudo e reter o que é bom. Como diz Rick Chesther: “na internet você navega ou naufraga?“. Porque a informação e o conhecimento estão por toda parte, seja no impresso ou no digital, em todas as esferas e lugares, escolha navegar!

Esse texto não é para comparar Gutenberg e Zuckerberg, mas sim para destacar a importância de ambos na comunicação em nossa sociedade. Esperamos que tenham gostado e querendo sugerir um novo tema para abordarmos, deixa aqui no comentário ou nos envie um email: contato@zaghaz.com

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Well Carvalho

Designer de produto, especialista em Design e Marketing Digital. Possui 26 anos de experiência no mercado.

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